terça-feira, 28 de março de 2017

Perguntas e respostas sobre o MpT (7)

Pergunta 7Os partidos políticos precisam de recolher assinaturas para fazerem as suas candidaturas autárquicas?

Resposta: Não. Segundo a Lei das Eleições Autárquicas, só os Grupos de Cidadãos Independentes precisam da recolha de assinaturas para formalizarem as suas candidaturas. Os partidos políticos ou coligações de partidos não precisam da recolha de assinaturas.

No caso do concelho de Marvão, a única candidatura de grupo de cidadãos conhecida, até ao momento, é a do Marvão para Todos. Para formalizar a sua candidatura às eleições autárquicas de 2017, necessita recolher 250 assinaturas para a Câmara Municipal e 250 assinaturas para a Assembleia Municipal. Para a candidatura às Assembleias de Freguesia tem de recolher 50 assinaturas em cada freguesia.

No caso das candidaturas dos partidos políticos, conhecidas até ao momento, existem: PS, PSD, CDS e CDU. Nestas candidaturas, apenas e só aqueles que forem candidatos nas listas têm de assinar uma Certidão de Candidatura.

Nota: Tendo chegado ao conhecimento do Marvão para Todos que algumas das candidaturas de partidos políticos têm andado a aliciar os marvanenses, abusando da sua bondade, a assinar “documentos” para as suas candidaturas e dizendo que também precisam de assinaturas...! O Marvão para Todos informa que vai estar muito atento a tal situação e que não hesitará em participar aos órgãos competentes essa ilegalidade. 

                                                                                        (A Coordenação do MpT)


sábado, 11 de março de 2017

Marvão no Coração!


Em alternativa aos partidos políticos, nos boletins de voto das próximas eleições autárquicas em Marvão vamos poder escolher “o Coração”…




…pois o parlamento aprovou ontem uma alteração à lei eleitoral autárquica que, entre outros assuntos, define que as candidaturas independentes passam também a poder utilizar sigla e símbolo!


domingo, 5 de março de 2017

Autárquicas 2017 - Comunicação nº 2

Caros amigos marvanenses,
têm chegado à nossa Coordenação algumas dúvidas da população sobre as pessoas que constituem e representam actualmente o Movimento Independente - Marvão para Todos (MpT), nomeadamente, Jorge Rosado.

Assim, o MpT esclarece todos os marvanenses que Jorge Rosado esteve neste Projecto, mas, desde Setembro de 2016, por vontade e interesse próprios, abandonou o MpT e passou a integrar a Candidatura do Partido Socialista e de Madalena Tavares.

Tal como informámos em anterior comunicado, neste momento a Coordenação do MpT já está acompanhada por uma vasta lista de marvanenses que entretanto aceitaram integrar o nosso Projecto de Candidatura às próximas eleições autárquicas de Outubro de 2017 e que, em devido tempo, divulgaremos e apresentaremos publicamente.

Até lá, o MpT continua empenhado e a trabalhar para apresentar um projecto eleitoral alternativo e independente aos marvanenses, bem como a formação das equipas que o executarão. 

Lembramos que estamos a 7 meses da data das eleições e que, até essa altura, existe muito tempo para que os marvanenses tomem conhecimento das nossas equipas e das nossas propostas para governar o concelho de Marvão. Lembramos aqui também uma divisa que nos acompanha: “nem sempre ganha quem arranca primeiro, mas sim quem apresentar as melhores propostas, tiver a confiança dos eleitores e ganhar as eleições”.

Aproveitamos ainda para saudar todos aqueles que já se apresentaram por outros projectos e outras forças políticas às próximas eleições, bem como aqueles que se venham ainda a apresentar. O MpT faz votos para que cada um apresente as suas críticas, propostas e as suas equipas em liberdade, sem medos, sem atropelos e sem coação, numa sã convivência democrática. 

O MpT, enquanto Movimento Independente, não é contra os Partidos e respeita-os como sendo o suporte do edifício democrático, mas exige a todos que sejamos aceites e respeitados em igualdade, enquanto grupo de intervenção política, que a Constituição da República nos permite e reconhece para aprofundamento dessa mesma democracia. 

                                                                    A Coordenação do MpT
    

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Perguntas e respostas sobre o MpT (6)


(Continuação)



Pergunta 6  Caso ganhe as eleições, o MpT está preparado para governar o concelho? 

Resposta: Sim, sem qualquer dúvida! O MpT reúne já um conjunto de elementos que, quer em número, quer pelas suas características, estão capacitados para formar equipas com as competências necessárias para a governação dos vários órgãos autárquicos, assim seja essa a vontade dos marvanenses nas próximas eleições.

Na constituição dessas equipas, seja para a Câmara, seja para a Assembleia Municipal ou seja para as várias Juntas de Freguesia, tem havido uma preocupação constante em conjugar pessoas com competências adequadas e complementares. Características como a disponibilidade, a formação, o saber fazer e as experiências de vida das várias pessoas têm sido ponderadas para que se conjuguem e “produzam” equipas equilibradas e perfeitamente capazes de desenvolver um excelente trabalho na governação.


                                                                          (A Coordenação do MpT)


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Perguntas e respostas sobre o MpT (5)


(continuação)

Pergunta 5  – Tem um Movimento Independente possibilidade de vencer eleições num pequeno município como é o caso de Marvão?

Resposta: Claro que sim! Depende apenas da vontade dos marvanenses e da confiança que depositem em nós, que sempre participámos activamente nas dinâmicas do concelho. Nem seria caso único no país, pois, em 2013, noutros municípios pequenos, tais como: Redondo, Borba, Aguiar da Beira e Vila Nova de Cerveira, os movimentos independentes ganharam as eleições e governam actualmente essas câmaras. Bem perto de nós, apesar de serem municípios de média dimensão, Portalegre e Estremoz também são governados por movimentos independentes.

Ao nível da política local, os movimentos independentes têm algumas vantagens sobre os partidos políticos, nomeadamente, o não estarem sujeitos a hierarquias e estatutos rígidos e dependentes de órgãos regionais e nacionais. O MpT só responderá perante os marvanenses e a Constituição da República. Tal como diz a nossa Carta de Princípios: “Os Movimentos Independentes, pela sua génese, representatividade e dinâmica no poder local, têm um olhar próprio sobre a sociedade e o Estado, pugnando por uma nova ordem em democracia plena, assente na ética, na justiça, nas relações de proximidade, no trabalho em equipa e em factores de desenvolvimento sustentável”.

Por isso, o MpT incita todos os marvanenses a que se informem e conheçam o nosso projecto e os nossos candidatos, que apresentaremos brevemente, para que, em Outubro de 2017, possam escolher e decidir conscientemente e em liberdade.

                                                                               (A coordenação do MpT)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Perguntas e respostas sobre o MpT (4)

(Continuação)

Pergunta 4Porque vai o MpT sozinho a eleições? Não seria melhor ter feito uma coligação?

Reposta: O Marvão para Todos é um movimento independente composto por diversas pessoas que sempre têm estado ligadas à comunidade marvanense, com princípios e ideias muito bem definidos sobre o exercício da democracia. A nossa Carta de Princípios previa que, caso avançássemos para uma candidatura autárquica, o poderíamos fazer isoladamente ou em conjunto com outras forças políticas.

Durante cerca de 1 ano, mantivemos conversações e negociações com outros partidos políticos, mas, por motivos diversos, não se chegou a consenso. Assim, em Setembro de 2016, e por decisão democrática maioritária dos membros do MpT, foi decidido apresentar uma candidatura autónoma às eleições de 2017, que preserve e dê continuidade à identidade do grupo que há muito vêm trabalhando em prol do concelho Marvão.

                                                                             (A coordenação do MpT)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Conheça o seu município - Fundos Comunitários


Por João Bugalhão


Desde que Portugal aderiu à CEE/Comunidade Europeia/União Europeia em 1986 que muito se fala do benefício dos Fundos Comunitários (FC). No entanto, raramente os vemos quantificados e, muito menos, analisado o impacto que têm quer no país em geral, quer em qualquer comunidade em particular. Assim, este artigo tem a finalidade de informar todos os marvanenses dos valores desses fundos que o município usufruiu, ao longo dos últimos 16 anos (2001 – 2016). Ficando o seu impacto, na obra feita, ao critério de cada um.

Claro que este trabalho deveria ser feito pelos executivos (há cerca de um ano que o andava a pedir em reuniões de câmara, e me andava a ser prometido), mas como nunca chegou, resolvi meter mãos à obra e, depois de me ter sido dito também em reunião de câmara de 2/1/2017 que os valores estavam correctos, aqui deixo para quem tenha interesse neste assunto, sobretudo para aqueles que agora se apresentam como candidatos a esse órgão municipal. Pois apesar das regras do seu acesso estarem sempre a mudar, penso que será de alguma importância para possíveis planeamentos. 


                        Fonte: Relatórios de contas do município de Marvão

Como se pode ver nos quadros e gráficos da figura supra, entre 2001 e 2016 entraram nos cofres do município cerca de 12 milhões de euros de Fundos Comunitários (11. 815.063). Apesar das mudanças de regras em cada Quadro Comunitário, a média foi de 739 mil euros por ano. Num município que tem uma média de 5 milhões de euros de receitas, os FC têm representado, em média, cerca de 15% das receitas municipais.

A maior receita de FC foi atingida em 2011 com uma verba de 2,3 milhões de euros; seguido do ano de 2008 com uma verba de 1,2 milhões de euros (relembro que foi neste ano que se receberam as verbas das obras das infra-estruturas feitas na vila de Marvão).

No pólo oposto está o ano de 2015 em que apenas se receberam cerca de 145 mil euros.
Esta situação parece ser tanto mais preocupante por quanto, nos últimos 4 anos de mandato do actual executivo (2013 – 2016), apenas se receberam cerca de 1,2 milhões de euros, o que certamente não terá representado mais do que 6% das receitas totais desses 4 anos, isto é, menos de metade que a média dos 16 anos em análise.

Explicações? Terá a palavra o executivo de Vítor Frutuoso


Nota complementar: Algumas das obras financiadas ao longo deste período de 16 anos:

- Remodelação da Câmara Velha (Projecto do executivo de Manuel Bugalho);
- Infra-estruturas da vila de Marvão (Projecto do executivo de Manuel Bugalho);
- Construção da Piscina de SA das Areias (Projecto do executivo de Manuel Bugalho);
- Diversas Obras do Castelo de Marvão (Projectos dos executivos de Manuel Bugalho e de V. Frutuoso);
- Obras do Campo de Futebol de SA das Areias (Projecto do executivo de V. Frutuoso);
- Arranjos paisagísticos da Piscina da Portagem (Projecto do executivo de V. Frutuoso);
- Aquisição e remodelação do Pavilhão multiusos de SA das Areias (Projecto do executivo de V. Frutuoso);
- Construção do Ninho de Empresas de SA das Areias (Projecto do executivo de V. Frutuoso);
- Construção da zona industrial de SA das Areias (Projecto do executivo de V. Frutuoso);

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Perguntas e respostas (3)

(continuação)

Pergunta 3 - Quem é, afinal, o candidato do MpT e quando vai apresentar-se?

Resposta: O Movimento Independente Marvão para Todos, em oposição ao que está a acontecer nos partidos políticos, não pretende fazer apresentações de “chefes”, focadas apenas no (s) cabeça (s) de lista. O MpT quer, por princípio, centrar a sua acção no trabalho em equipa e na contribuição do maior número de pessoas envolvidas, porque acreditamos que, a gestão de uma autarquia, não pode ser obra de um só, mas sim de um grupo de pessoas que se complementem. Por isso, quando nos apresentarmos publicamente, queremos fazê-lo dando a conhecer o conjunto de pessoas que serão a base da nossa candidatura.

Informamos também todos os marvanenses que a constituição dessas equipas, bem como as respectivas lideranças, estão praticamente prontas e, em data oportuna, faremos a sua apresentação. Acreditamos que o sucesso de uma candidatura assenta em boas propostas e equipas dinâmicas para as porem em prática! 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Perguntas e respostas (2)


(Continuação)


Pergunta 2É verdade que metade dos membros fundadores saíram do Marvão para Todos?

Resposta: Não, é completamente falso! Como em todos os processos de sistemas abertos, dos 10 membros que constituíam a formação inicial e fundadora do Marvão para Todos, apenas saíram 2 elementos: Jorge Rosado e Susana Teixeira. Devido ao facto da estratégia maioritária aprovada no MpT não estar de acordo com as suas opções, decidiram abandonar o projecto do Movimento e integrarem, possivelmente, outros projectos políticos (partidos).

Os restantes 8 membros, a grande maioria (80%) continua no projecto MpT, a saber: Adelaide Martins, Fernando Bonito Dias, João Bugalhão, José Manuel Baltazar, Luís Barradas, Nuno Pires, Pedro Sobreiro e Teresa Simão. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Perguntas e respostas (1)

Com a finalidade de esclarecer algumas dúvidas que se vão levantando no seio dos marvanenses, o MpT – Marvão para Todos dá início, através desta rubrica, a um conjunto de respostas simples sobre as nossas intenções e actividades para as próximas eleições autárquicas de 2017.

Pergunta 1: O MpT – Marvão para Todos, irá concorrer às próximas eleições autárquicas no concelho de Marvão?

Resposta: Sim. A coordenação do Marvão para Todos está a trabalhar com vista à constituição das Equipas, a apresentar brevemente, a todos os órgãos autárquicos (câmara, assembleia municipal e juntas de freguesia). Bem como na recolha de contributos e ideias, em conjunto com os marvanenses, para a elaboração da nossa proposta de Programa Eleitoral.

                                                                           A Coordenação do MpT


Nota: Todos os amigos que nos queiram fazer perguntas, podem fazê-lo por esta via, ou  através do nosso mail: marvaoparatodos@gmail.com, procuraremos responder.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Autárquicas 2017 - Comunicação nº 1





MpT – Marvão para Todos
(Movimento Independente)




- O movimento independente MpT, criado em 2014, saúda todos os marvanenses e deseja-lhes um próspero ano novo!

- O MpT informa que será uma alternativa eleitoral em Marvão nas eleições autárquicas de 2017;

- Após diversas negociações, sem sucesso, com outras forças políticas, o MpT afirma-se, em 2017, como uma alternativa eleitoral independente no concelho de Marvão;

- O MpT está a trabalhar, em conjunto com os marvanenses, na constituição de equipas para concorrer a todos os órgãos autárquicos (câmara, assembleia e juntas de freguesia), bem como na construção das propostas que constituirão o seu programa eleitoral;

- O MpT apresentará brevemente, a todos vós, as suas equipas de candidatos. Todas elas com propostas fundamentais que estabelecem o seu compromisso com os marvanenses;


- A nossa “família” já é grande e apelamos-vos a que nos ajudem a ajudar-vos, juntando-se a nós na construção de um concelho mais forte, mais próspero e mais justo!


Desde já, comprometemo-nos a:

1 – Constituir equipas Dedicadas, Coesas, Competentes e Justas para os vários órgãos autárquicos;

2 – Gerir o concelho cumprindo rigorosamente a lei e tratando todos os munícipes por igual;

3 – Ter uma preocupação permanente com as pessoas. Ouvida a população, apresentaremos medidas que satisfaçam as suas principais necessidades, através de projetos estruturados que abranjam o maior número possível de marvanenses;

4 – Promover o crescimento económico de Marvão (tendo especialmente em vista a fixação das pessoas); através do desenvolvimento do seu enorme potencial turístico, do incentivo a todos os negócios distribuídos pelo concelho e do apoio à economia social;

5 – Promover a cooperação e coordenação permanentes do trabalho entre o executivo camarário e as juntas de freguesia;

6 – Fomentar a cooperação efetiva com os concelhos vizinhos (Portalegre, Castelo de Vide e Valência de Alcântara).



Nota: Consulte a nossa Carta de Princípios aqui


A Coordenação do MpT – Marvão para Todos

(Movimento Independente)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Parceria no Desporto Marvão / Castelo de Vide



Como se pode verificar aqui no Blogue oficial do Movimento Independente MpT – Marvão para Todosna sua sessão de apresentação, em 31 de Outubro de 2015, entre outras ideias, defendemos que:


“Marvão necessita urgentemente de reforçar as relações com o exterior, de forma digna, com vista a conseguir maior projeção dos seus interesses e da imagem do nosso concelho. E participar em parcerias estruturantes para o desenvolvimento do concelho e da região.”

Neste sentido, foi com agrado que tomámos conhecimento na página do Município de Marvão que:

“Os Municípios de Marvão e Castelo de Vide reuniram com o intuito de preparar alguns eventos desportivos de maior escala, a realizar em 2017, de forma a aproveitar as sinergias entre os dois concelhos vizinhos, promover a prática desportiva, a economia local e a visibilidade deste território. 
Esta reunião contou com a presença dos vereadores e técnicos da área desportiva. José Manuel Pires e Luís Costa, pelo Município de Marvão, Daniel Carreiras da Silva, Miguel Macedo e Marco Mestre, pelo Município de Castelo de Vide.
Os eventos, a apresentar brevemente, obedecerão a lógicas de vocação natural dos territórios e sustentabilidade, pelo que facilmente se antecipa que terão a natureza como denominador comum.”

Não sendo uma parceria estruturante, é uma boa iniciativa de cooperação entre os concelhos de Marvão e Castelo de Vide. Neste caso na área do desporto, tem toda a lógica optimizar recursos humanos e materiais, até porque, em concelhos de pequena dimensão, os jovens e, consequentemente, os praticantes desportivos são cada vez menos.

Integrando este projeto técnicos como Luís Costa e Luís Macedo, pensamos que é um projeto que tem tudo para ter sucesso, face às qualidades e entrosamento entre os referidos técnicos. Assim exista verdadeira vontade política nesse sentido. Neste primeiro passo parece que existiu e, por isso, congratulamos-nos!

Não obstante ser necessário o envolvimento e anuência dos outros parceiros, consideramos que, em onze anos, muito mais já poderia e deveria ter sido feito no sentido de implementar parcerias estruturantes com os concelhos vizinhos.

Pensamos ainda que, em variadas áreas, mas sobretudo na vertente turística, Marvão e os concelhos vizinhos (Castelo de Vide e Portalegre) terão todo o interesse em se unir e apresentar uma oferta comum estruturada, conseguindo sinergias e ganhando escala! Também, por isso, a já anunciada Associação de Municípios da Serra de S. Mamede será uma óptima ideia. Pena é que estas coisas só apareçam em fim de mandato e não no início!


O MpT – Marvão para Todos, defende esta estratégia e empenhar-se-à fortemente na sua implementação, na medida da força que os marvanenses lhe venham a conferir nas próximas eleições.

A Coordenação do MpT – Marvão para Todos

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Incapacidade de Gestão no município de Marvão (2)

33ª Feira da Castanha/Festa do Castanheiro


Com a experiência de 33 edições da Feira da Castanha, o certame quase que se organiza a si mesmo. Em nossa opinião, o sucesso do maior evento do concelho deve-se sobretudo ao empenho dos técnicos e funcionários municipais (que quase já a fazem de olhos fechados) e não às fracas ações de planeamento do executivo. Contudo, sem planeamento, não há inovação.

Pensamos que todos concordaremos que a Feira da Castanha só se realiza em Marvão por este concelho ser um grande produtor deste fruto. Senão, poderíamos organizar a feira da sardinha, do marisco ou dos galos de Barcelos! Logo, a Feira só faz sentido se for para promover e valorizar a nossa produção de castanha. E, claro, através dela, tudo o resto que possamos promover.

Se alguma coisa se exige ao promotor deste evento, a C.M. de Marvão, é que a castanha consumida nos magustos durante a Feira seja a NOSSA: a castanha de Marvão. Assim, e apesar dos constrangimentos que este ano existiram na produção da castanha, exige-se que tudo façam, através de uma preparação atempada (com o envolvimento dos produtores locais), para que esta premissa seja garantida.

Contudo, este ano, grande parte da castanha adquirida pela autarquia veio de fora do concelho! Isto porque o executivo, que sabia há muito que a Feira se realizava nessa data, organiza tudo à última da hora e só com uma semana de antecedência começou a programar a aquisição da castanha para a Feira.

Analisemos o Edital da autarquia:

1 – Apenas no dia 2 de Novembro, uma semana antes do evento, é que o executivo publicou os critérios de aquisição para os produtores do concelho.
Isto é aceitável numa “organização” altamente profissionalizada?

2 – Depois, analisando os critérios:
- Propostas de preço de venda em “carta fechada” para os produtores locais. 
Questionamos: Onde a foram adquirir também se aplicou o mesmo critério?

- Propostas entregues até 3 dias antes da feira (9 de Novembro).
Então, mas não sabiam, há mais de um ano, que a feira se realizaria a 11 e 12 de Novembro de 2016? Porquê prazos tão curtos? Com prazos tão apertados, quantos produtores terão tido acesso ao edital?

Diz ainda o executivo nesse Edital: - Consideram-se produtores de castanha, aqueles que são proprietários ou rendeiros de soutos no concelho de Marvão, em caso de dúvida, o Município poderá solicitar esclarecimentos.
Que aconteceu? Foi-se comprar fora do concelho!

- Falta ainda saber:
            - Que quantidade de castanha foi adquirida pelo município fora do concelho?    
            - Qual o preço pago pelas castanhas que vieram de fora?
            - Qual o critério da aquisição nesse local?

Julgamos que os marvanenses, em geral, e os produtores de castanha, em particular, têm o direito de ver esclarecidas estas questões!

A Coordenação do MpT

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Incapacidade de Gestão no município de Marvão (1)


Marvão para Todos – Movimento independente



Nos últimos meses, o executivo marvanense tem tentado fazer passar a ideia para o exterior de que, na sua governação, tudo são sucessos e que, de sucesso em sucesso, a gestão do concelho vai bem e recomenda-se. Analisemos hoje um desses sucessos.

 Processo do Bairro da Fronteira/Porto Roque

Consideramos este processo mais uma demonstração de incapacidade de gestão do património municipal que é de todos, a todos deve beneficiar e não apenas a alguns. 

Concordando com a aquisição deste património ao poder central, julgamos que, a partir daí, verificaram-se uma série de erros de planeamento a médio e longo prazo. 

Na ânsia de resolver a situação antes das próximas eleições, a solução mais fácil e mais rápida resumiu-se à venda dos imóveis para habitação, em concorrência direta com investidores privados que estão a operar no concelho, sem qualquer garantia de que os mesmos servirão para habitação permanente e que, o Bairro do Porto Roque não passará no futuro de mais um dormitório de férias ou de ocupação em meia dúzia de fins-de-semana por ano.

Apesar dos fortes constrangimentos à construção motivados pelo atual e pelo futuro PDM, em todas as freguesias há terrenos adquiridos por este executivo, onde, no total, seria possível construir mais de meia centena de casas. No entanto, 11 anos passados, praticamente nada se fez, demonstrando que o urbanismo não é um dos problemas do concelho.

 Os grandes problemas do concelho de Marvão resultam da falta de desenvolvimento económico e, consequentemente, do envelhecimento populacional e do despovoamento. 

Durante a discussão que se gerou, vários projetos “âncora” foram sugeridos para o Bairro da Fronteira (inclusivamente, numa sessão pública organizada pelo município), os quais poderiam ajudar a minorar estes problemas, mas o executivo simplesmente ignorou-os. Não admira, pois estes obrigariam a um maior dinamismo de todo o executivo camarário, a um maior rigor de planeamento (enfim, a outra capacidade de gestão) e corria-se o risco de não estarem concluídos até Outubro de 2017.

Balanço final:

- A autarquia conseguiu vender 32 habitações: 

- 3 habitações por administração directa a anteriores moradores, cujos interesses concordamos que tivessem sido salvaguardados; 

- 29 habitações em hasta pública (6 delas a um só comprador + 6 a “investidores” espanhóis que, provavelmente, as irão utilizar apenas ocasionalmente ou para turismo); 

- Ficando ainda o município com 8 habitações em seu poder. 

Veremos no futuro quantas destas 40 habitações terão ocupação permanente.

Com esta venda o executivo realizou uma verba que rondou os 400 mil euros, quando, no total, despenderá na compra cerca de 800 mil euros (compra total do bairro + obras de saneamento), como se pode ler  aqui, e ouvir aqui pela voz do senhor presidente da câmara.

Será isto um caso de sucesso?

domingo, 20 de novembro de 2016

MpT – Notícias


O MpT - Marvão para Todos, esclarece os marvanenses e órgãos da comunicação social que, actualmente, a sua Coordenação é constituída pelas seguintes pessoas:



Informamos que, até à presente data, não existe qualquer decisão vinculativa sobre escolha de pessoas que representem o MpT aos órgãos autárquicos para as eleições de 2017.

O MpT informa ainda, que continua fortemente empenhado na procura, quer de pessoas quer de ideias e projectos, com o objectivo de apresentação de uma alternativa de candidatura independente aos órgãos autárquicos do concelho de Marvão, de acordo com o vinculado nos nossos princípios orientadores.

O nosso Órgão oficial é este Blogue: marvãoparatodos.bolgspot.com, sendo que qualquer informação sobre as nossas escolhas ou actividades deve ser aqui procurada, ou junto de qualquer um dos membros da sua Coordenação.

        MpT - Marvão para Todos, 20 de Novembro de 2017.   

                                               A Coordenação do MpT

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Autárquicas 2017 começam a mexer....


Estamos a menos de 1 ano das eleições autárquicas e a primeira notícia, sobre as mesmas, nos órgãos de informação escritos aí está. 



São curiosas as hipóteses aventadas no que toca ao concelho de Marvão. 



No que ao MpT diz respeito, convém esclarecer que o nome de Susana Teixeira não será hipótese pois, a Susana, já não pertence ao Movimento. 

Quanto ao resto, digamos que, e por agora, nem confirmamos nem desmentimos, no momento próprio faremos as nossas escolhas e delas daremos conhecimento público.


Artigo na integra


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Marvanenses em destaque...


O "Marvão para Todos" felicita os 3 marvanenses - Isabel Almeida, Fernando Vieira e Vanda Gavancha, que integram este projecto. É também assim que se promove o nosso concelho. Desejamos o melhor sucesso pessoal.



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Notas sobre a Feira da Castanha


A Feira da Castanha/Festa do Castanheiro é o maior e o mais considerado evento do concelho de Marvão. A todos aqueles que criaram e dinamizam este certame o "Marvão para Todos" rende a sua homenagem e endereça felicitações.

Infelizmente, após 33 edições e por incrível que pareça, ano após ano, surgem sempre aspectos que demonstram que o actual executivo, mesmo depois de 11 anos de experiência, continua a mostrar-se desorientado, fazendo coisas que denotam, claramente, amadorismo, falta de planeamento e um “fazer em cima do joelho” que em nada contribuem para a boa imagem de Marvão.



Veja-se o exemplo, desta sinalética utilizada para encaminhar os visitantes para a “Quinta Pedagógica das Avelãs” (fotografia em cima), o novo atractivo turístico da Portagem! Observe-se a falta de critério nesta sinalização informativa do cartaz mais à esquerda, colocado por um agente político (assessor do município), que deveria ter outras preocupações e afazeres, mas que o executivo utiliza para andar a afixar cartazes, à última da hora e em duplicado, não reparando que a mesma dita Quinta já estava sinalizada. Excesso de sinalética origina poluição visual, logo, facilmente poderá conduzir ao desinteresse do turista...


Outra questão, bem mais importante, é o processo de compra da castanha a consumir na Feira (também ele feito em cima do joelho); pois, segundo consta, mais de 80% da mesma terá sido adquirida fora do concelho e a preço que era importante que fosse divulgado. O que se passa? O primeiro objectivo não deveria ser a divulgação e preservação deste produto autóctone do concelho?


Aos marvanenses lançamos o desafio de, junto dos produtores, tentarem saber quem vendeu este ano a maioria da castanha ao município. Mas... preparem-se para fazer muitos quilómetros e pagarem algumas Portagens da A 23, se quiserem descobrir...

Ao Município lançamos o desafio de exibir as facturas de compra de castanha, sem esquecer os critérios estabelecidos no Edital, que à maioria passou despercebido e que definia as normas e as exigências para que os produtores pudessem fornecer esta matéria-prima, que, apesar de benzida, parece não merecer o devido respeito deste executivo.


É para nós claro que, face à falta de planeamento e capacidade de gestão que o executivo evidencia, este ano, tal como em anos anteriores, o sucesso deste certame está alicerçado na experiência, competência e empenho dos diversos técnicos e funcionários do Município envolvidos, os quais merecem, por isso, todo o reconhecimento.


Edital, feito apenas a uma semana da feira e verifiquem-se os critérios exigidos!!!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Afinal o Sr. Presidente não tem assim tantas certezas!

 Por João Bugalhão

Assisti na última Reunião Ordinária da Câmara de Marvão a uma discussão intensa (que mais tarde aqui publicarei) entre o Presidente Vítor Frutuoso e o Vereador do Partido Socialista Jaime Miranda, a um apelo por mim introduzido para que se parasse o processo em curso de alienação do Bairro da Fronteira do Porto Roque (após resolução da situação dos moradores que ainda lá têm residência permanente), em que o Vereador Jaime Miranda apelava para, ao menos, o tema fosse levado a discussão à Assembleia Municipal, perante a obsessão, quase mórbida, do Presidente de que a alienação das cerca de 20 moradias ser resolvida logo ali e nessa data.

Nesta discussão assisti a uma das mais severas intervenções políticas de Vítor Frutuoso, indo ao ponto de desafiar o Partido Socialista e Jaime Miranda com um futuro julgamento eleitoral por parte dos marvanenses; ao que este retribuiu que, também a posição de Vítor Frutuoso e do seu executivo, correriam o mesmo risco, para além de poderem estar a violar os Regulamentos Municipais.

Frutuoso anunciou ainda, nessa altura, perante o apelo de Jaime Miranda para a retirada do Ponto da Ordem de Trabalhos, que não, que a coisa ficaria resolvida ali e nesse dia. Só que, quando se chegou à hora de discussão do dito, o Presidente Vítor Frutuoso, surpresa das surpresas, propôs que o mesmo fosse retirado da Ordem de Trabalhos!!!

É conhecida a minha opinião sobre aquele espaço, várias vezes tenho escrito sobre isso: A alienação daquele espaço, um dos mais nobres do concelho, apenas para zona habitacional é um erro crasso e, afinal, parece que o Presidente também não tem assim tantas certezas.

Cabe agora à Assembleia Municipal de amanhã dia 30/6, pelas 18 horas, a última palavra sobre o assunto. Daqui lanço o apelo para uma discussão séria e de bom senso. Aos membros do Partido Socialista (responsáveis por levar este ponto à Assembleia), espero uma argumentação forte sobre as suas propostas; aos membros da bancada do PSD espero que ao menos tenham alguma intervenção e, não façam como de costume, orelhas moucas e bocas mudas.

Os marvanense vos julgarão no futuro, como diz o Presidente...

sábado, 25 de junho de 2016

A Importância das pequenas decisões na Gestão do Concelho

Por Jorge Rosado




O Executivo Municipal de Marvão, por proposta do Sr.º Presidente, aprovou na reunião de Câmara de 06-06-2016 a abertura de uma nova conta numa Instituição Bancária que não tem nenhum balcão no Concelho de Marvão, com a “simples” justificação de ser consequência de uma visita comercial.

Sendo do conhecimento público a crise de confiança nos Bancos, a falta de compromisso e falta de segurança das pessoas no sistema bancário, que continua a ser paga/financiada por todos nós (direta ou indiretamente) enquanto contribuintes, havendo gestores públicos que não conhecem a realidade das agências em Concelhos como o nosso, onde a importância destas ações são decisivas para a manutenção dos Balcões, aproxima ou os afasta da sustentabilidade, vão retirar dinheiro dos bancos (descapitalizar) que têm Balcões no Concelho e que conjuntamente:

- Investiram e acreditaram no Concelho de Marvão;

- Os seus colaboradores vivem no concelho, fixaram aqui as suas famílias e os seus filhos estudam nas nossas escolas;

- Frequentam e dão vida à nossa economia local (vão ao Minimercado, compram o Jornal, vão tomar café, escoam os produtos endógenos);

A crise económico-financeira que o país tem vindo a atravessar, em conjunto com outros fatores, tem originado (e continuará a originar) que as várias Instituições Financeiras fechem balcões com menor rentabilidade e menor volume de negócios. O executivo, com esta atitude, está a contribuir para debilitar as agências bancárias sediadas no concelho.

Se no futuro, se algumas delas vierem a fechar ou a reduzir postos de Trabalho, o que dirá o executivo camarário que agora tomou esta decisão?

Com todo o respeito que tenho pelas outras instituições bancárias, a CGD, o Crédito Agrícola e o Santander Totta, têm de ser reconhecidos, apoiados e reforçados com a posição daquela que é a principal Instituição do nosso Concelho.
Merecem a nossa confiança, porque também eles confiaram em nós, apoiam a dinâmica associativa no Concelho, as instituições de Solidariedade Social e estão aqui ao lado dos Munícipes para prestar um serviço de proximidade.

Poderíamos eventualmente aceitar esta alteração se tratasse de melhores condições de crédito, de uma instituição que apoiasse causas no nosso Concelho, que apoiasse um evento importante, mas não, trata-se de acordo com o esclarecimento do Sr.º Presidente de um favor.
Um fator que o executivo utilizará como argumento para escolher o banco onde efetua o depósito é a taxa de juro. No entanto, maior taxa de juro implica maior risco. Esse maior risco, num período tão instável como aquele que as instituições financeiras hoje atravessam, pode acarretar consequências bastante negativas para quem nele incorre.

Será que o executivo mediu esse risco e eventuais consequências?

A mesma intenção noutros tempos seria perfeitamente legítima e normal, mas aos dias de hoje os líderes têm de ter a capacidade de antecipar cenários e avaliar os riscos das suas decisões.
Com o devida consideração pela instituição em causa, pela pessoa que estabeleceu esse contacto, a qual reconheço muito o seu mérito profissional e os valores que representa enquanto pessoa, nosso Concelho dispomos de 3 Balcões de Instituições Bancárias, neles trabalham pessoas que vivem no nosso Concelho ou são naturais de Marvão, têm aqui as suas famílias, os seus filhos estudam no agrupamento de escolas de Marvão, construíram aqui as suas casas, geram economia local no Concelho e neste tipo de decisões que não representam nenhuma mais-valia financeira para o nosso concelho deve sempre ser tido em conta todos estes fatores, sob pena de continuarmos a perder pessoas, continuarmos a perder postos de trabalho nos balcões que ainda temos no Concelho, continuarmos a perder posição no interior do nosso País.

O que vale termos projectos estruturantes como a Candidatura a Património Mundial, o Golfe ou a Fronteira, se não temos pessoas?

Trata-se de uma questão aparentemente menor, mas que revela a FALTA DE VISÃO/ESTRATÉGIA, RESPONSABILIDADE SOCIAL e RESPEITO por quem aqui investe, vive e acredita no nosso Território.

Se queremos pedir o exemplo temos de ser os primeiros a dar esse exemplo. Não basta dizer que somos, temos de o demonstrar com os nossos ATOS.